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estresse o corpo diz que algo não está bem
Quando o corpo diz que não está bem

Como você se sente fisicamente, mentalmente e emocionalmente influencia seu bem-estar e sua saúde

Nosso corpo se expressa por meio de lágrimas, risada, postura, tremores… involuntariamente, ele manifesta todas as emoções, até mesmo aquelas que queremos esconder de nós. Uma dor de cabeça, alterações no exame de sangue, gordura no fígado, intestino preso, urina escura, nosso corpo tem diversas formas de mostrar que não vai bem.

O corpo é uma grande máquina que nos adverte através de sintomas que algo não vai bem. Às vezes a pessoa pode até não apresentar um sintoma físico, mas está sempre irritada, de mal humor e sem ânimo. Ou seja, apresenta um comportamento diferente do normal. A própria Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde não apenas como uma ausência de doença, mas como um estado de completo bem-estar físico, mental e social.

O problema é que atualmente focamos somente no diagnóstico e no tratamento, não investigamos a causa, os comportamentos e as escolhas no estilo de vida que podem ser o gatilho do sintoma. E contextualizar o sinal do corpo pode ser mais eficaz do que tomar um analgésico, pois o efeito do remédio é passageiro.

Ao entender o motivo, você pode buscar uma forma para resolver o problema. Fazer um exercício de respiração, por exemplo, para tentar resolver o sentimento de raiva por não ter colocado para fora o que gostaria de ter verbalizado para o chefe. Ou fazer uma massagem no final de um dia denso para liberar a tensão vivida.

A terapia integrativa disponibiliza diversas técnicas para tentarmos solucionar nossos problemas emocionais, mentais e físicos. Ela se soma à medicina convencional para restabelecer o equilíbrio e proporcionar uma qualidade de vida melhor, tratando a causa emocional e psicológica da doença, muitas vezes ajudando no restabelecimento de 100% da saúde.

E não é preciso esperar o sintoma despontar. A terapia integrativa pode também trabalhar preventivamente um ponto fraco que você tem. Assim, você consegue se organizar internamente e buscar os recursos necessários para superar a situação, quando ela ocorrer.

 

Fonte: Thaís Robert Giuliano

Naturopata, Terapeuta Floral, Analista Comportamental e Coach

Síndrome de burnout

A terapia integrativa oferece técnicas e promove mudanças no estilo de vida que melhoram os sintomas da síndrome de burnout

No início do ano, a chamada síndrome de burnout foi oficializada como síndrome crônica pela Organização Mundial da Saúde (OMS). De origem inglesa, o termo burnout significa “queimar-se por completo” ou “entrar em combustão” e foi criado pelo psicanalista alemão Herbert Freudenberger em 1974. Nessa época, ele mesmo foi vítima de esgotamento físico e mental após trabalhar mais de 14 horas por dia atendendo usuários de drogas numa clínica para dependentes químicos.

Também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio emocional com sintomas muito parecidos com o estresse comum, o que dificulta o seu diagnóstico. A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho ou de responsabilidades é acomete principalmente profissionais que atuam diariamente sob pressão, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, entre outros. E cada vez mais, mulheres sofrem com o problema com a dupla e, muitas vezes, tripla jornada de atividades e responsabilidades.

Sintomas da síndrome de burnout

Os sinais de que as pessoas estão sofrendo com a síndrome de burnout são variados e frequentemente confundidos com o estresse comum, porém podem ser mais severos. O diagnóstico do problema é feito por um médico ou psicólogo e leva em consideração fatores externos e internos ligados ao paciente. Atenção! Apesar de o problema estar mais ligado a pressão profissional, crianças e adolescentes também podem sofrer da doença por conta de pressão acadêmica.

Se não identificada, a síndrome de burnout pode evoluir para crises nervosas, depressão profunda e síndrome do pânico, entre outras doenças graves, por isso é essencial procurar apoio profissional no surgimento dos primeiros sintomas. O diagnóstico precoce ajuda muito em um melhor prognóstico. Entre os principais sintomas estão:

  • Cansaço excessivo, físico e mental
  • Dor de cabeça frequente
  • Alterações no apetite
  • Insônia
  • Dificuldades de concentração
  • Sentimentos de fracasso e insegurança
  • Negatividade constante
  • Sentimentos de derrota e desesperança
  • Sentimentos de incompetência
  • Alterações repentinas de humor
  • Isolamento
  • Fadiga
  • Pressão alta
  • Dores musculares
  • Problemas gastrointestinais
  • Alteração nos batimentos cardíacos
A terapia integrativa no tratamento da síndrome de burnout

Muitas pessoas não buscam auxílio profissional por não conseguirem identificar que algo mais sério pode estar acontecendo e o papel de amigos e familiares é essencial para identificar o problema. Como a síndrome de burnout afeta corpo e mente, é necessário adotar um conjunto de medidas para solucionar todos os problemas associados a ela, então a terapia integrativa pode auxiliar a amenizar os sintomas e trazer uma sensação de bem-estar.

São muitas as técnicas disponíveis e a avaliação individual é essencial para indicar quais as mais recomendadas para os pacientes. A auriculupuntura, os florais e mudanças imediatas no estilo de vida são medidas que promovem a melhora gradativa dos sintomas. É importante ressaltar que a mudança no estilo de vida é essencial para cura. Afinal, os sintomas são “avisos” que o corpo nos dá de que não estamos agindo, sentindo ou pensando de forma coerente com nossa essência.

A psicoterapia também é essencial para o tratamento, porém em casos mais graves medicamentos também podem ser necessários – sempre com a devida prescrição médica.

Fonte: Thaís Robert Giuliano

Naturopata, Terapeuta Floral, Analista Comportamental e Coach

Terapia integrativa e seus benefícios

As técnicas da terapia integrativa equilibram o corpo e a mente e complementam o tratamento médico convencional

Maria* sofre com enxaqueca crônica e insônia há semanas. Há 10 dias, procurou um médico neurologista e começou a tomar o medicamento receitado. A dor até melhorava… mas sempre voltava. Procurou, então, um profissional especialista em terapia integrativa, que lhe perguntou “aonde exatamente é a dor?”. Ela apontou a região do Meridiano da Bexiga, que, representa o medo, de acordo com a medicina chinesa. “Você passou por alguma situação em que sentiu medo?” o profissional continuou a investigação. Descobriu, então, que Maria havia sido vítima de um sequestro relâmpago há dois meses, mas que procurava não pensar no ocorrido como uma forma de lidar com a violência que sofreu.

A terapia integrativa reúne diversas práticas e técnicas que buscam a causa do problema para tratá-lo. Afinal, os sintomas são reflexos de um agente que causa dor, sofrimento e desconforto. A Maria pode até preferir não refletir sobre o sequestro relâmpago, mas a energia do medo que ficou instalada em seu corpo provocava sintomas, a enxaqueca e a insônia. E as teorias usadas como base na terapia integrativa entendem que a dor do corpo físico muitas vezes é reflexo ou somatização de um desequilíbrio emocional. Durante o tratamento, o terapeuta procura ver a pessoa como um todo, considerando os aspectos físicos, emocionais e espirituais, para encontrar e tratar a causa do problema e, assim, promover a qualidade de vida.

Nas primeiras sessões, o terapeuta conversa com o paciente e traça a linha de trabalho e as abordagens terapêuticas indicadas para reestabelecer o equilíbrio e erradicar as raízes do sofrimento. As sessões são semanais e têm duração de 1 hora, porém, em casos graves, duas sessões por semana podem ser recomendadas no início. O profissional não precisa se limitar a uma única técnica e as práticas são utilizadas dependendo do caso e da evolução do paciente.

Algumas técnicas que fazem parte da terapia integrativa:

  • Análise comportamental;
  • Auriculopuntura;
  • Acupuntura;
  • Massoterapia;
  • Dietologia;
  • Terapia floral;
  • Life Coach;
  • Fitoterapia;
  • Aromaterapia

 

Terapia integrativa: para quem é indicada?

Não há contra-indicações, então qualquer pessoa com uma doença física, emocional ou mental, leve ou crônica, ou até quem não está doente, mas identificou que precisa mudar algum hábito ou forma de pensar em relação à vida, pode procurar o auxílio de um profissional de terapia integrativa.

Geralmente, na primeira sessão o paciente já nota uma melhora. Algumas questões são simples e pontuais, outras mais profundas e genéricas, então o tempo de alta varia de paciente para paciente. É importante ressaltar que a terapia integrativa não substitui a medicina convencional. Ao contrário, elas se somam e as práticas integrativas podem auxiliar e complementar o tratamento médico para que o paciente conquiste seu equilíbrio e uma qualidade de vida melhor.

*O nome verdadeiro da paciente foi modificado

Fonte: Thaís Robert Giuliano

Naturopata, Terapeuta Floral, Analista Comportamental e Coach