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Nutrição comportamental emoções e comida
Nutrição comportamental

Será que o problema é só que comemos ou as emoções que influenciam a escolha dos alimentos?

Cada vez mais somos bombardeados por informações de todos os tipos. E os temas nutrição e alimentação nunca estiveram tão em evidência, seja nas redes sociais, nas revistas ou nas conversas entre amigos. No entanto, nunca foi tão difícil se alimentar bem e equilibradamente. Ao contrário, tantas informações, regras e opções nas prateleiras – sem falar nos padrões de beleza – acabaram abalando o nosso relacionamento com a comida.

Por que as dietas não funcionam?

Pesquisas mostram que as dietas restritivas, apesar de inicialmente levarem à perda rápida de peso, na maioria das vezes, causam o famoso “efeito sanfona”, já que as pessoas voltam a engordar — e às vezes, ganham mais peso do que tinham antes de começar a dieta. Isso ocorre porque as dietas:

  • Causam uma diminuição no gasto energético basal e no valor energético total;
  • Impactam na eficiência do armazenamento de energia;
  • Alteram a relação músculo X gordura na composição corpórea, com mais impacto no gasto energético e na modulação de hormônios e substâncias que controlam a fome, o apetite e a saciedade.

Raramente as pessoas conseguem seguir as dietas por um longo período. A desistência não tem a ver com falta de disciplina ou força de vontade. Além de não garantirem uma mudança de comportamento efetiva e duradoura, as restrições acionam o modo “econômico” do corpo, estimulando o organismo armazenar calorias – mesmo de alimentos pouco calóricos.

Isso ocorre porque o cérebro não entende que a privação é para entrar numa roupa que está apertada ou porque você deseja um corpo esbelto. Ele entende a restrição como uma situação de perigo e aciona mecanismos de proteção para preservar a sua saúde, como aumento do apetite por mais alimentos e diminuição do metabolismo para gastar energia de forma mais lenta e econômica.

Nutrição comportamental: uma abordagem científica

A nutrição comportamental surge de estudos científicos do comportamento alimentar e considera além dos valores nutricionais dos alimentos, os aspectos sociais e emocionais do indivíduo. Assim, é possível conquistar o emagrecimento sem regras e sem dieta, aprendendo a comer com qualidade de vida. A eliminação de peso é consequência quando se busca saúde.

O primeiro passo é não restringir e esquecer a dicotomia do “bom ou ruim”. Cada alimento tem o seu espaço e o seu momento. A vontade, inclusive, precisa ser respeitada! Afinal, a vontade de comer algo que não é atendida pode acionar o gatilho do descontrole.

Inclusive, como se come e o porquê se come é tão importante quanto o que se come. Sentimentos geram atitudes e comportamentos relacionados à comida. É importante aprender  a identificar suas emoções para não buscar o consolo nos alimentos, como acontece quando estamos estressados ou ansiosos. Afinal, “emoção resolvida não vira comida”.

As consultas com um profissional que pratica as diretrizes da nutrição comportamental é uma experiência diferente, em que o paciente é considerado sobre todos os seus aspectos socioculturais, antropológicos e psicológicos. É uma proposta de olhar para si mesmo para questionar: como está meu relacionamento com a comida? Será que essa relação é saudável?

Quer saber mais sobre os benefícios dessa nutrição? Marque uma consulta e descubra uma nutrição sem peso!

 

Fonte: Vitória Régia Boccomino

Nutricionista