Bem vindos ao Espaço Saúde Granjardim
Consultórios para profissionais da saúde na Granja Viana
(11) 4702-6652 / 4702-6781 contato@espacosaudegranjardim.com.br
Mulher com enxaqueca pode fazer microfisioterapia
Os benefícios da microfisioterapia para a enxaqueca

A enxaqueca é uma doença multifatorial e a microfisioterapia pode identificar e tratar os gatilhos que causam a dor

A enxaqueca não é somente uma simples dor de cabeça que passa com analgésico, é um problema sério que acomete aproximadamente 15% de brasileiros. A doença pode ocorrer em qualquer idade, mas se manifesta principalmente em adolescentes e adultos jovens. Geralmente as mulheres são mais afetadas os que homens.

As crises de enxaqueca tendem a aparecer ocasionalmente e duram até 3 dias. Porém, em casos muito extremos, a freqüência das crises tornam-se diárias. Costumam provocar dores latejantes, geralmente unilaterais, que podem vir acompanhadas de náuseas, vômitos, intolerância a luz, sons e cheiros fortes.

Apesar de ser uma doença multifatorial, alguns gatilhos podem desencadear as crises, como estresse, insônia, alterações hormonais, bebida alcóolica em excesso e o consumo de alimentos como chocolate, café, embutidos, entre outros.

Microfisioterapia: identificando a causa da enxaqueca

O tratamento convencional visa suprir os sintomas, com analgésicos que, eventualmente associados a outras drogas, controlam a dor. No entanto, é preciso cuidado com o abuso de analgésicos e do aumento das doses necessárias para alívio da dor. Afinal, os medicamentos trabalham somente os sintomas, não a causa do problema.

Mudanças no estilo de vida para evitar alguns fatores que causam as crises são indispensáveis para a prevenção do problema. Além de evitarmos as situações físicas e emocionais que contribuem para a enxaqueca, podemos utilizar a microfisioterapia para identificar os traumas relacionados a dor que estão gravados na memória celular.

Ao identificar o que está energicamente abalado, o fisioterapeuta especializado em microfisioterapia estimula a autocura do organismo, promovendo melhoras no estado emocional e contribuindo para a diminuição na freqüência das crises de enxaqueca. Muitas vezes o paciente já nota uma melhora após a primeira sessão, porém a duração do tratamento pode variar de pessoa para a pessoa.

Fonte: Sandra Chung
Fisioterapeuta
Especialista em Microfisioterapia

Bebê recebe toque suave de microfisioterapia
Microfisioterapia para bebês

A microfisioterapia pode ser utilizada em bebês recém-nascidos para auxiliar no tratamento de irritabilidade e dificuldade para dormir

Durante os 9 meses de gestação, a vida segue com suas alegrias e dificuldades. E todos os sentimentos que a futura mamãe experimenta durante a gravidez, inclusive os medos e a ansiedade, são compartilhados com o bebê. Inclusive, pesquisas mostram que bebês que são rejeitados na barriga são candidatos a sérios distúrbios psicológicos no decorrer da vida.

Não é telepatia. Os bebês são ligados à mãe pelo cordão umbilical e situações de estresse liberam substâncias que são transmitidas quimicamente por hormônios que acabam afetando o feto. Segundo estudos, a partir do segundo mês de gestação o bebê já reage aos estímulos hormonais e, depois do quarto mês, ele já reage a sons e começa a criar um vínculo afetivo com a mãe. Ou seja, alguns bloqueios que carregamos podem ter origem ainda no ventre.

Os benefícios da microfisioterapia para recém-nascidos

A microfisioterapia pode ser utilizada para tratar traumas que o bebê possa ter sofrido tanto na vida intraútero como durante parto ou no início da vida. A técnica busca na memória celular a origem do problema. Durante a sessão, o profissional usa toques sutis na pele para identificar o que gerou o trauma e estimula o corpo do bebê até achar a cicatriz do problema, com o intuito de despertar mecanismos de autocorreção.

Não são só os bebês que nasceram de uma gestação conturbada que se beneficiam com a técnica. A microfisioterapia para bebês também pode auxiliar a controlar sintomas em problemas comuns do início da vida, como alteração do sono, cólicas, refluxo, alterações emocionais, ausência de apetite, constipação, alergia, entre outros. Não há contraindicações nem idade recomendada para iniciar o tratamento.

A sessão dura de 30 minutos até no máximo 1 hora e a extensão do tratamento é determinada pelo profissional e pode variar de acordo com o caso. É normal que o bebê tenha reações como cansaço e sono após a consulta. Geralmente, são realizados intervalos de 30 a 60 dias entre as consultas para que o corpo consiga promover a autocorreção, porém os resultados já podem ser observados a partir da primeira sessão.

Fonte: Sandra Chung
Fisioterapeuta
Especialista em Microfisioterapia

Os benefícios da microfisioterapia

A microfisioterapia trata além da doença – cuida das causas para estimular auto-reparação do corpo

Na década de 80, os fisioterapeutas franceses Daniel Grosjean e Patrice Benini desenvolveram uma técnica que busca ir além do tratamento da doença e de seus sintomas e, por meio de toques sutis, entender a causa do problema para recuperar o bom funcionamento corporal: a microfisioterapia.

A técnica parte do princípio que problemas de saúde, doenças e dificuldades emocionais provocam cicatrizes que ficam armazenadas na memória dos tecidos, provocando uma alteração no ritmo vital deles e de suas células que, consequentemente, atrapalha o bom funcionamento corporal.

Medicamentos e técnicas convencionais geralmente buscam conter os estragos e os sintomas de uma doença ou problema, mas não investigam a sua causa. Ao identificar a origem e estimular o processo de auto-reparação, a microfisioterapia aumenta a taxa de sucesso do tratamento e diminui as chances de uma recidiva. A técnica também funciona como uma forma de prevenção para que acontecimentos semelhantes não ocorram futuramente.

Como funciona a sessão?
O atendimento da microfisioterapia dura cerca de 1h30. Após relatar os motivos que o levaram à técnica, o paciente deita em uma maca, com roupas confortáveis. Por meio de movimentos suaves em diferentes partes do corpo, o microfisioterapeuta consegue identificar essa modificação rítmica onde existe uma cicatriz. Com uma das mãos na causa, com a outra ele busca a consequência e o nível do problema.

Então, com o auxílio de mapas corporais específicos, o profissional associa o local da cicatriz a um tipo de trauma, a data aproximada do ocorrido para descobrir a causa ou a origem de sintomas e doenças que estão atrapalhando a qualidade de vida do paciente. Assim, utiliza gestos manuais suaves, denominados de micropalpação, que acionam mecanismos de autocorreção para eliminar a memória celular dos traumas físicos.

Em apenas uma sessão o paciente já obtém um resultado significativo. O tratamento é indivualizado, no entanto, normalmente são indicadas três sessões, com intervalos de no mínimo três semanas entre eles, pois o trabalho de autocura que o corpo desenvolve após a sessão.

Quando procurar a microfisioterapia?
A técnica é recomendada sempre que algum órgão não está funcionando bem ou quando a pessoa sente dor ou apresenta instabilidade emocional. Porém, como a microfisioterapia também visa a prevenção e a promoção da saúde, também pode ser indicada sempre que o paciente não tem a sensação de bem-estar, um indício de que o organismo não está equilibrado.

Contraindicações
Não há. Entretanto, é imprescindível realizar a técnica com profissionais com formação em Microfisioterapia. No Brasil, somente fisioterapeutas podem atuar.

Fonte: Sandra Chung
Fisioterapeuta
Especialista em Microfisioterapia